quinta-feira, 31 de maio de 2012
Ibarê Dantas: História, Memória e Historiografia ( XIV Encontro Sergipano de História)
quarta-feira, 30 de maio de 2012
O CASO SOROCABA / ARACAJU: O PROCESSO MODERNIZADOR
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Trepórios Públicos
Não entendo a lógica do plano de governo, nem os objetivos para se fazer um país melhor, reduzindo a fome, a desigualdade social, o número dos moradores de ruas, uma execução eficaz na reforma agrária... Acho tudo isso a maior besteira, as pessoas não estão nem ai para tais problemas, nem os próprios legisladores! Somos o país do carnaval, das mais belas praias, da bolsa família, da bolsa gás, do auxílio moradia, do fome zero, somos a sexta economia do mundo.
Para que melhorar educação se todas essas bolsas já garantem as nossas necessidades, somos felizes, afinal assistimos ‘TV Globo’, e não adianta estudar, pois educação é poder, e não é bom dá poder as pessoas, e é também uma preocupação do Estado para que as pessoas não sofram com tanto conhecimento. Só que no nosso país nenhum legislador pensou ainda em criar algo tão importante e tão revolucionário como os “Trepórios Públicos”, em um país em que tudo é festa, que se dão tantas bolsas inclusive as de mercadinho, que tem carnaval, e que todos vivem com uma tamanha qualidade de vida, o que está faltando para que o nosso país seja realmente o ‘Jardim do Éden’ é só a instalação de Trepórios Públicos em todas as cidades, bairros, povoados, tribos.
Não tem como ser feliz se o nosso governo público não se preocupa com a qualidade das trepadas dos nossos cidadãos brasileiros. É inadmissível que ainda tenhamos que trepar nos carros, nas florestas, casas abandonadas, atrás de prédios públicos e muros, ou em motéis caríssimos que vivem a explorar seus usuários, os usuários dos Trepórios receberiam uma certa quantidade de “Vale Trepório” podendo ser dobrado essa quantidade caso comprovada a real necessidade, e toda essa comodidade seria garantida por administração pública eficaz e fiscalizado pelos órgãos competentes regularmente, para que se mantenha a qualidade dos estabelecimentos.
“Trepórios Públicos já! Pra frente Brasil, rumo à suprema qualidade de vida.”
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Olhe do Lado
Veja o quanto somos frágeis e inofensivos aos gestos sentimentais... Mesmo sendo convenções humanas acreditamos tão veementemente que parece inato ao homem. A menina do seu lado é a mais perfeita puta, aquela insana que você deseja e a o mesmo tempo rejeita, vê nela tudo que você ama e odeia. Deitar do lado dela, receber o mais “puro” afago e se sentir tão bem, que é bem capaz de sentir um gozo jamais inmaginável e possível numa transa em um prostíbulo barato.
Menina faceira que encanta ao mesmo tempo que enfeitiça, que te direciona a mais cruel das palavras de forma tão suave que ecoa como delírios flumegantes em uma noite de verão. Que encosta a cabeça em teu ombro e te dá o mais belo gozo... Mais você sem perceber está ao bel prazer dela, te manipula como um simples controle remoto, menina feceira, feiticera que elenca o papel principal no meu teatro tragicómico, que me enlouquece os desejos insanos de uma marstubação egóista da qual te possuo.
Qeuria te ter, ao mesmo tempo que temo a proximidade, já que tal abraço me provoca tanto medo e tanto nirvana... Oh droga que és a mais forte dentre todas, que não há recuperação. Mentira, mentira, mentira, não há temor, só há desejos! Tenho medo de perder tudo que nunca tive nem tenho, menina faceira que ao meu lado sempre está. Me deixa um dia, no dia da nossa separação acariciar seus lábios em um ardente beijo, tocar teu corpo como sempre desejei fazer, enquanto meus colegas e amigos o faziam!
“Seja como for, sem palavras ou invenções sentimentais, te desejo mais quero ser somente o lado que te nega”
quarta-feira, 18 de maio de 2011
A hora de escrever
Sentar em algum lugar de pés descalços, coração a pulsar e poucas palavras
Um desespero interminável, o último pulsar, a primeira sílaba – ÚL -
Uma descarga de dor, alegria, empolgação, depressão, fezes
Não sei nem o que é um peixe, mais a tua irreverência me comove.
A menina que te deixou, a menina que você nem teve...
Tudo a acontecer no mesmo pulsar...
O último raio, a última flecha cravada ao peito, o último pulsar
O desejo que não realizou, o sonho que não sonhou, a música que não ouviu
Descritos na ponta da pena que transcreve meu pensar
Um pensamento preso as amarras do tempo do qual sou fluído
Um desespero interminável, o último pulsar, a segunda sílaba – TI -
O texto é sincero, inegável, sem amarras, sem fingimento poético
O texto é a dor abstrata se concretizando...
São verdades, crenças do Eu se materializando... Se transpondo.
São pessoas, animais, frutos, objetos, flores, tubérculos e raízes
Que ganham significado e significante com simbolismos diferentes.
Um desespero interminável, o último pulsar, é a última sílaba – MO.
[Gilmar Castilho]
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O estar só
Cansado de acordar e viver o eterno 'repeat' geracional
Querendo estar só... Mais cheio de tudo e todos!
O mundo que gira e a girar meu mundo pira.
Meninas e meninos frustrados, eis o futuro da nação lascada.
Meu desejo é capital futuro e egoísta.
Olhar para os lados e as desilusões em outdoor
E as paixões em todos mortas e robotizadas.
Meu lixo humano, my trash life!
Em inglês, espanhol, grego todo o nada se repete.
E só fico a pairar numa nave que não pode pousar.
Putrefação, zumbis e máquinas a se movimentar.
Não existe coletivo, só o todo só.
E só fico a pensar que só, sou somente nada.
E o todo fica só a desejar o que não há.
Somos máquinas repetitivas e ultramodernas
Desempenhando funções que a natureza por si é incapaz.
Eis a função da solidão... Ctrl, shift, delete e enter.
[Gilmar Castilho]
quarta-feira, 20 de abril de 2011
O que se pensa, não, é.
A história comprova-me que o novo é velho...
E as marcas de sangue espalhadas no chão não secaram
Nada de tão novo que se esqueça da velha exploração.
Nos meus momentos mais egoístas olho-me como o todo
Mais nas minhas as avessas, vejo as disparidade... E silencioso me submeto!
Olho a menina que ainda chupa bico a chupar outra coisa.
E aquele senhor morrendo de dor dente...
Dos poucos dentes que ainda restam.
A menina que já é mãe, filho este do próprio pai.
No meu Corolla prata vejo o suor escaldante que desce no rosto da prostituta.
Submissa... Finge gemidos como uma perfeita atriz. É medo da fome!
O menino morre no hospital pois o médico foi almoçar.
O que se pensa não se faz, ninguém pode mais.
E os negros e negras em um navio negreiro naufragam.
No mais alto grau está um ser burgues, branco, e sem noção.
Não importa a história, razão, filosofia ou ciência.
O que importa é a minha onisciência dos fatos tristes.
Só mim interessam os lucros.
Não me distancio da realidade, nem me posiciono como vítima nem acrítico fico.
Apenas temo ser aquilo que vejo fora dos meus metais.
[Gilmar Castilho]
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É impactante como nos deparamos com certas situações difíceis e como nosso inconsciente nos envia uma reação de bengalas a certos desafios q...
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Este tema é bastante amplo, antigo e discutido em vários ângulos. Então trago como objetivo neste pequeno texto fazer uma síntese dessa v...
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